Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Esta deveria ter sido contada por alturas da Páscoa, quando se costumavam realizar estas patifarias. Não contei, conto agora.

Na noite de Ramos era costume a mocidade da terra se juntar em grupos ( consoante os lugares) e mudar de sitío vasos, utensílios agricolas etc, colocando-os normalmente no centro ( em Campelo). Ao outro dia, os donos, depois da missa, encarregavam-se de os levarem de novo para casa.

De uma das vezes estando um grupo de jovens a levar um carro de bois para o centro, cruzam-se com o dono na ponte Stº André. O dono não reconhece o carro e desafia os jovens a pendurá-lo na ponte. Não se fazem rogados, penduram-no e o dono até ajuda. Só ao outro dia, quando não vê o carro de bois no sítio do costume, se apercebe da marosca. Restou-lhe ir buscá-lo ao sítio onde havia ajudado a colocá-lo.


música: Quem mal anda mal acaba
sinto-me: grande ideia!

publicado por estoriasdaminhaterra às 09:48
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O blogue estoriasdaminhaterra recolhe estórias da tradição oral sobradense bem como factos da vida comum de uma pequena vila dos arredores do Porto...
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